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rápidas e curtas

Olá, após uns dias afastada, estou de volta com algumas novidades:

-  Assisti uma palestra sobre Limites e Afetividade, com as psicólogas  Paula Pedroso e Cintia Menta.   Nem que eu quisesse conseguiria reproduzir com tanta clareza todo o raciocínio a que elas nos levaram a fazer  em relação ao desenvolvimento da autonomia, segurança e maturidade da criança e a nossa capacidade de dizer NÃO. A importância de um NÃO seguro e convicto na vida de uma criança vai muito além do que imaginamos.( se for pra dizer sem convicção, melhor se calar). Deram exemplos práticos de situações que com certeza ocorrem na casa de todos que tem filhos pequenos. Sugeriram atitudes, orientaram e esclareceram muito. Para os pais que estavam na palestra, foi muito interessante e prático. Por isso, minha sugestão é que peçam nas escolas dos filhos para que se crie um  espaço de conversa entre pais e educadores. Se isto não for possível, vale marcar um horário com uma psicóloga ou psiquiatra infantil pra conhecer o assunto. Garanto que faz muita diferença. Aqui em casa fez!!

 

-Semana de férias… repasso alguns contatos que oferecem oficinas  para divertir a criançada:

www.petaperugge.com.br - com oficinas super criativas  entre os dias 19 á 28 de julho. (  Se não tiver as oficinas na página, solicite por e-mail). Entre aulas de música para bebês e mamães, uma oficina  BAMBINI IN CUCINA, para a criançada aprender a fazer lazanha. ADOREI!!

www.lezanfan.com.br  -  As oficinas  já começaram, mas ainda da tempo de pegar a Semana do Cinema e a Semana Gastronômica. Vale a pena correr!! A Lezanfan também tem oficinas muito bacanas durante todo o ano, como o famoso CIRQUITO SUJEIRINHA.

Para o segundo semestre,  A casa elétrica – www.casaeletrica.art.br  oferece vários horários de turminhas para aulas de música e artes visuais, para crianças de 0 a 5 anos, com profes muito legais!  Já fiz e recomendo.

A estação musical – www.estacaomusical.com.br  também oferece oficina de música para bebês e projeto integrado ( música, teatro e artes) para crianças de 3 á 5 anos.

 

- ALÔ PAI E MÃE  é um programa  de rádio transmitido pela FM CULTURA.  Apresentado por Ineida Aliatti e Marcia do Canto, conta com a presença de 4 convidados( pais ou cuidadores) e 1 especialista, que vai norteando e explicando as vivências descritas pelos familiares. Super interessante e  bem conduzido, vai ao ar nos sábados pela manhã das 9 ás 10 horas, pela 107.9. Reprisa nas quartas ás 13:00 horas. INDICO!!

 

- Dia 21 de agosto/11,  no Teatro Bourbon Country, terá show da  banda Patu Fu apresentando o trabalho  MÚSICA DE BRINQUEDO. Um belo programa para pais e filhos.

sobre chupetas

Muitas fonoaudiólogas, pediatras e dentistas são contra o uso de chupetas e isso não é á toa.

Todos sabemos que o uso prolongado prejudica o crescimento ósseo, altera a mordida( encaixe dentário) e desequilibra a musculatura orofacial, responsável pelas funções de respiração, sucção, mastigação, deglutição e fala. Por isso é comum que qualquer alteração de ordem oral ( respiração oral, mordida aberta, fala com trocas ou omissões de fonemas ) seja também relacionada com o uso da chupeta.

É importante saber, no entanto, que estas desordens não são causadas única e exclusivamente pelo uso da chupeta, e sim por uma combinação de vários fatores associados ao tempo e frequência de uso e também ao tipo de bico. 

posicionamento lingual com chupeta ortodôntica e redonda

O recomendado é que seja SEMPRE ortodôntico, pois seu formato permite um melhor posicionamento da musculatura em relação ao bico redondo (que deixa a língua rebaixada e com baixo tônus,  prejudicando assim sua função).

O tipo facial da criança pode favorecer ou não as maloclusões causadas pelo uso prolongado da chupeta. O ângulo facial longo, por exemplo,  determina uma pré-disposição para mordida aberta e respiração oral, enquanto ângulos faciais mais fechados dificilmente sofrerão alterações, mesmo expostos a chupetas e mamadeiras.

A condição respiratória da criança também influencia o crescimento ósseo, portanto, em crianças com questões respiratórias em estudo ( bronquite, rinite, amígdalas e adenóides aumentadas) a chupeta deve ser evitada ou retirada o quanto antes.

O ideal, no caso de crianças com mais de 2 anos que “não vivem sem a chupeta”, é conversar com o pediatra, odontopediatra ou fonoadiólogo para após uma avaliação criteriosa receber a orientação adequada.

  

Na semana das mães queria ter aproveitado esse espaço para me expressar apenas como mãe e falar sobre algo que me preocupa muito: como EDUCAR hoje em dia. 

Queria refletir sobre a dificuldade de peitar algumas  atitudes que julgamos corretas e aplicá-las aos filhos, independente do julgamento alheio ou do que faz a mãe dos amiguinhos. Queria dividir o quanto é difícil e trabalhoso educar ( e talvez por isso muitos não o façam). Acabei não escrevendo, mas hoje essa inspiração voltou quando li na coluna do Juremir Machado no Jornal Correio do Povo um texto sobre os nossos  ídolos. Lá pelas tantas ele escreve o seguinte: “Se um filho nosso sai pra balada, enche a cara, cheira todas, bate o carro e é preso, vamos deixar que vá pra cadeia ou pagaremos uma cervejinha para liberá-lo? O coração de um pai não pode ficar amarrado por leis que devem ser rígidas para os outros. Os nossos ídolos dão o exemplo.” Depois disso, ele cita uma série de maus exemplos cometidos por pessoas públicas, a maioria jogadores de futebol (idolatrados pelas crianças) e que são “perdoados” tanto pela justiça como pelo crivo popular.

Não resisti em escrever sobre isso, porque tenho conversado com várias pessoas, tanto mães de pacientes como amigas mães, sobre o quê estamos ensinando para nossos filhos. Será que dentro das devidas proporções, às vezes, não estamos passando a mão na cabeça dos filhos, como se pagássemos uma cervejinha pra liberá-los de algum castigo merecido?

Será que ao percebermos a adoração por um “falso ídolo” estamos  atentas para explicar as crianças que apesar de “herói” aquela pessoa faz coisas que não são admiráveis e que isso não faz dele alguém a ser copiado?

Será que estamos nos questionando sobre o entendimento das crianças sobre as coisas do mundo, ou apenas estamos indo a favor da maré e deixando que a vida vá formando valores que deveriam ser formados por nós?

Será que estamos praticando o que realmente acreditamos ser o melhor, ou estamos entrando na onda de “todo mundo faz, todo mundo deixa, hoje em dia é assim”.

Tenho visto algumas incoerências interessantes:

Criticamos a adultice precoce das meninas, mas incentivamos e permitimos que aos 5 ou 6anos elas comemorem o aniversário num salão de beleza, onde depois de penteadas, maquiadas e de unhas feitas, não podem brincar nem correr pra não perder a produção. Lembro que adorava me vestir com roupas e sapatos de salto alto da minha mãe. E maquiar escondido  então, era a glória. Mas antes de ser apedrejada por alguma leitora mais moderna que eu, queria refletir se ao estimularmos estas atitudes tão cedo não estamos afastando cada vez mais nossas filhas da infância. É natural que as meninas brinquem de adultas e adorem isso. Mas isso não pode acontecer naturalmente? Como era conosco quando éramos pequenas.

Não queremos filhos egoístas, mas oferecemos um ambiente onde cada um tem seu quarto, seu banheiro, sua televisão, seu computador, seus brinquedos. Tudo seu! Sem precisar dividir nada, nem esperar a sua vez ou a hora certa pra usar. Podendo respeitar apenas a sua própria vontade.

Trabalhamos muito e cada vez mais pra poder “dar tudo e o melhor aos filhos”. Mas quando vamos ao pediatra precisamos levar a babá, pra que ela informe o que nosso filho come, quando dorme, ou simplesmente porque ele se comporta melhor com ela do que conosco. Isso é o melhor? É tudo?

Queremos filhos saudáveis. Mas não vemos mal nenhum em oferecer refrigerante na mamadeira.

Reclamamos que os filhos ”mandam na casa”, mas não ensinamos a eles a dividir a televisão, por exemplo. Ou seja, enquanto a criança estiver acordada não se pode assistir a nenhum telejornal. Só se vê desenhos. Me pergunto: é medo de ver o filho chorar ao ver seu canal retirado do ar? É falta de paciência de ter que dizer todos os dias ( sim, todos os dias!!) que naquele momento é o programa do pai e da mãe? Ou não se pensa nisso, afinal quem tem criança em casa é assim mesmo e… melhor perder as notícias do que aguentar filho chorando.

Crianças “se criam” sozinhas. Mas não “se educam” sozinhas!

Minha grande dúvida é se estamos realmente conscientes do nosso papel e da importância das nossas atitudes ou se estamos apenas seguindo o fluxo.

E como escreveu alguém em algum lugar: “Nos preocupamos em deixar um mundo melhor para os  nossos filhos, mas será que estamos deixando filhos melhores pro mundo?”

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chega de sopa!

 

Risoto de brócolis e milho verde

Ingredientes:

4 colheres de sopa de arroz ( arbóreo, integral ou comum)

1 dente de alho pequeno

1/4 de cebola pequena

brócolis picado à gosto ( de 3 a 4 talos)

1/2 milho verde de espiga

 azeite de oliva extra virgem

Modo de preparo:

Refogue o alho e a cebola num fio de azeite de oliva. Junte o arroz da sua escolha e deixe fritar um pouco. Acrescente o milho verde já retirado da espiga e a metade do brócolis e  deixe fritar mais um pouco. Coloque água aos poucos e vá mexendo sempre, para deixar no ponto de risoto, bem cremoso. Quando o arroz estiver quase pronto, acrescente o restante do brócolis e deixe descansar por 5 minutos na panela tampada. Rende 1 porção.

 

Considerações:

Este prato pode ser oferecido tanto para bebês como para crianças maiores.

Você pode fazer um brodo de legumes, ou caldo de carne ou frango para cozinhar o arroz. Fica mais gostoso. Mas opte por caldos caseiros, mais naturais e não tabletes prontos.

Dê preferência para os produtos orgânicos, que tem mais sabor e são mais saudáveis.

 Para  bebês:

Retire o milho da receita e deixe o arroz cozinhar mais que o normal. No final, é só amassar com um garfo que fica uma ótima consistência mesmo para quem não tem dentes.

Se a criança ainda não come carne, o ideal é usar um caldo de carne ou frango no cozimento do arroz. Nesse caso, cozinhe a carne ou frango com temperos do seu gosto ( cebola, alho, tempero verde, cenoura, alho poró), coe e use ao invés de água. Assim, a carne faz parte da refeição.

Se quiser aproveitar a combinação “branco, amarelo e  verde ” da receita, uma opção é oferecer o milho separado. Nesse caso, pode ralar o milho ainda cru e levar ao fogo baixo em uma frigideira, sem óleo. Rende pouco, por issso pode usar 1 espiga inteira ou até 2. Se ficar muito duro, pode ir pingando um pouco de água, até ficar numa consistência cremosa. É só deixar cozinhar por uns 5 minutos e está pronto. 

 Lembre-se que diferentes consistências são importantes para o desenvolvimento da musculatura orofacial e que oferecer os alimentos separados (um ao lado do outro, ao invés de tudo misturado) é importante para a criança conhecer o sabor de cada alimento e desenvolver o paladar.

Pra refeição ficar ainda mais completa, pode oferecer junto, um caldinho de feijão.

Bebês não precisam de sal na alimentação.

Se for servido para crianças maiores, pode acrescentar sal e  queijo parmesão ralado.

Do ponto de vista fonoaudiológico, essa refeição com consistências e sabores variados é mais que uma refeição… é uma experiência.  Que o paladar agradece!

 

à pedido

Neste final de semana, uma amiga (muito amiga) comentou não ter entendido o porquê de eu ter escrito um texto sobre os avós. Disse ter gostado… mas que não havia encontrado uma explicação fonoaudiológica que justificasse o assunto.

Expliquei pra ela que além da fonoaudiologia trabalho com intervenção precoce,o que me faz ter um olhar global sobre  a criança. Que o objetivo deste blog era falar sobre desenvolvimento e que, como já havia escrito no primeiro post e também  na página sobre este blog, o desenvolvimento de uma criança envolve outras áreas e não apenas a minha . Sendo assim, é impossível falar sobre aquisição da  linguagem, fala, motricidade orofacial, alimentação e outros assuntos “fonoaudiológicos” sem fazer relação às demais áreas do desenvolvimento: motora, afetiva e cognitiva.   Estas áreas se desenvolvem paralelamente e uma contrubui para o desenvolvimento da outra. Sendo mais clara, problemas de ordem afetiva podem interferir (e muito) no desenvolvimento, por exemplo,  da linguagem e da fala. Logo, não tem como tratar alterações fonoaudiológicas de fala e linguagem sem conhecer em que ambiente a criança está inserida.

Ao relatar o comportamento dos meus avós, não tive a intenção de uma “homenagem” (mesmo que merecessem!). Quis mostrar que o comportamento permissivo demais pode ser prejudicial pro funcionamento e harmonia da família. Estas atitudes tornam-se problema quando geram discussões e brigas entre entre o casal  e cobranças da criança em relação ao ”amor” do pai e da mãe. (Os avós amam mais, afinal são mais legais!!)

Isso pode parecer duro, mas acontece mais do que se pensa. 

Eu não sou psicóloga (apesar de apaixonada) para aprofundar a importância das relações familiares no desenvolvimento infantil. Mas minha experiência em trabalho com equipe interdisciplinar e as próprias situações de consultório me fazem saber (assim como qualquer profissional que trabalhe com crianças) que a dinâmica familiar é determinante na constituição “do eu” da criança.

Por isso, abro este espaço para que qualquer leitor/a psiquiatra ou  psicóloga contribua com o assunto. Podem mandar textos que publico com as devidas credencias.

Este blog está aberto para qualquer assunto que seja relacionado à educação,crescimento e  desenvolvimento saudável de bebês e  crianças.

amor pra sempre!

Das lembranças que tenho da minha infância, as mais significativas são as que envolvem os encontros de família… meus pais e irmãos, a reunião com os primos, as cantorias com os tios, sempre tudo acontecendo em torno da presença dos meus avós.

Dos 3 que convivi (e mesmo do vô que partiu no ano em que cheguei) tenho os melhores sentimentos e hoje percebo o quanto foram referência na minha formação.

Nunca me agradou essa história de que os avós podem “estragar” os netos. Também nunca fui fã da idéia dos avós “criando”os netos.”

Segundo vários artigos que li a respeito, a presença dos avós serve para amenizar a relação de rigidez que existe entre os pais e filhos. Não sendo os responsáveis diretos pela educação , os avós podem ser mais liberais com os netos do que foram com seus próprios filhos e isso é muito prazeroso pra eles. Segundo a psicóloga Olga Tessari, para as crianças também é importante ter “alguém que faça tudo por elas” e existindo um mínimo de bom senso essa atitude não “estraga” e sim reforça um elo importante na vida da criança.

me ensina, vó?

Os meus avós foram avós que ajudavam na educação dos netos. E não me refiro a esta ajuda tão valiosa hoje dia de levar ou buscar na escola, ficar com as crianças enquanto os pais trabalham. Ajudavam, em primeiro lugar, porque respeitavam as regras  de cada núcleo familiar e em hipótese alguma apoiavam  a trangressão das mesmas.  Ajudavam porque reforçavam, de uma maneira muito natural, os mesmos valores pregados pelos nossos pais, jamais entrando em confronto, disputando o amor de um neto com algo que não era permitido em casa. Ajudavam porque eram avós amorosos e presentes e deixaram na nossa memória a lembrança de coisas que só se fazia com eles.

A educação de uma criança é obrigação dos pais. Não cabe a escola, aos avós, a babá e a ninguém. É papel dos pais dar limites, impor regras e passar valores.

É papel dos avós curtir os netos, contar histórias,brincar, desenvolver o afeto e até  fazer pequenas travessuras.

mamãe bruxa, vovó maravilhosa!!

O problema é quando alguns, desprovidos da obrigação da educação, exageram na  liberdade dada, cedendo a todas as vontades e desejos da criança e  permitindo a quebra de todas as regras. É inevitável que frente a esta situação os pais se tornem os monstros e os avós os mais legais do mundo!! E está feito o conflito. Como diria meu vô: “quem não ajuda, não atrapalha!”

   Nenhum dos meus avós tinha curso superior, mas no alto de suas sabedorias, agiam em prol da nossa educação.

 E antes que alguém me pergunte… obrigada pai e mãe, sogro e sogra por encherem de fantasia, brincadeiras e amor a vida dos meus filhos!!!

Olá… desculpem o sumiço. Pra quem reclamou que o blog estava parado, aqui estou de volta!!

E eu que acabei de voltar das minhas, já começo falando sobre férias. Sim, férias… em pleno abril.

Explico: nesta semana tivemos uma reunião na escola da minha filha, que está no Maternal II. O diretor aproveitou o encontro para informar às famílias que no próximo verão haverá férias coletivas na escola. Houve um burburinho e algumas mães já manifestaram preocupação e deixaram claro o quanto era confortável ter a escola funcionando o ano inteiro.

Não vou entrar no mérito, muito menos no julgamento, das dificuladades que cada família enfrenta para administrar os horários e a rotina de cada membro da casa. Também não vou me deter no fato de que hoje em dia uma babá de confiança não se encontra com a mesma facilidade que em anos atrás.E que ter que envolver a mãe, a sogra, a dinda, a vizinha ou sabe-se lá quem para ficar com as crianças é sempre uma mão de obra.

 Quero apenas fazer algumas considerações:

desestressandoPor mais divertido, lúdico e pedagógico que seja o espaço escolar, é importante pra criança ter um período de “folga”. Assim como a rotina é necessária para que a criança se organize  no seu espaço e na sua vida, a quebra temporária desta rotina pode significar momentos de grandes novidades e novos aprendizados.

Ficar em casa num período em que se iria pra escola, pode ser a oportunidade para vivenciar outras experiências… dormir até mais tarde, passear numa praça,  brincar com um amiguinho que não vê tão seguidamente, curtir os próprios brinquedos em casa,  ir ao cinema, teatro, passear com a avó, fazer um piquinique, enfim, fazer algo novo, diferente.

 Explorar o universo da casa e a família é a grande riqueza das férias. Aliás, em tempos onde se trabalha tanto, seja em viagem ou em férias em casa, desfrutar da companhia do pai e da mãe é o grande barato. E são nesses raros momentos que as crianças aprendem algo muito valioso: os valores e o funcionamento da sua família. 

Esse aprendizado, acreditem, não é feito na escola. E eles levam pra vida toda!

momentos felizes

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